Meninas Gamers dão um headshot no preconceito



Menina usa cor de rosa e brinca de boneca e de casinha. Menino usa azul e joga futebol e videogame. Certo? Errado. Para algumas gurias, dar um headshot é bem mais divertido que pentear as longas madeixas louras da Barbie — e fazer marmanjo pedir misericórdia é rotina. Elas são gamers de carteirinha e se aventuraram no fantástico mundo dos MMORPGs (RPGs online), FPSs (First Person Shooter, games de tiro) e APPs (aplicativos para celulares e tablets).




Marina Bonafé, 24, é analista de mídias sociais e começou sua aventura pelos games por meio dos clássicos RPGs de tabuleiro, quando tinha 11 anos. Nessa época, ela jogava todo fim de semana. Sua inserção no mundo virtual se deu pelo FPS Doom. Pegou gosto pela coisa: em 2002, jogava Medal of Honor, GTA (Grand Theft Auto), Battlefield e outros, mas “sempre em lan house, numa época que quase ninguém tinha PC que rodasse alguns jogos.” A história de amor deu tão certo que ela explorou vários tipos de games, chegando aos MMORPGs. Depois de testar clássicos como o Ragnarok, Marina encontrou o game perfeito: “meu preferido, que jogo até hoje, desde 2006: World of Warcraft” ela declara.






Taiane Linhares, uma adolescente de 14 anos , que começou sua aventura pelos games por meio de seu irmão mais velho, que amava jogos e obtinha todos os consoles da possíveis lançados pela sony no mercado. Seus jogos favoritos são Combat Arms, Warface, The Sims, GTA, outro vício que "herdou" do irmão, que jogava todas as tardes junto a ela, apesar de improprio, até hoje não saiu de sua vida. 
Embora não ter muitas amigas gamers, divulga bastante os jogos as garotas, que cada vez mais entram nesse grande mundo.




Gabriela Bueno, 14 anos, influenciada por pokemon e Stardoll, começou sua paixão por jogos aos 9 anos.
Quando perguntada sobre seus jogos favoritos ironicamente responde " todos que sou vip" rçrç, mas alega que adora jogos  fps & mmorpg.








Mariana Dias, 26, é designer e fez especialização em design de games. Como Marina, ela também escondia seu gênero online e só escolhia personagens masculinos para “não ser pertubada”. Hoje, ela diz se sentir ofendida se alguém “pega leve” só por ela ser mulher. No entanto, diferente de Marina, Mariana entrou no mundo dos games graças aos jogos virtuais. A primeira experiência foi com o clássico dos clássicos: o Atari. “Não me lembro qual foi o primeiro jogo, mas sei que era a coisa mais divertida que eu já tinha feito”, relembra. E qual o game que ela não larga mais? “No momento, Angry Birds [app para iOS]. É muito divertido, o visual e as músicas são demais! Sempre baixo as atualizações temáticas”. Os MMORPGs também lhe agradam, pois “são fascinantes por causa da dinâmica e da interação social.”



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